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ALVARO DIAS

Presidente

Essa é minha história de vida.

Nasci na roça. Sou filho de gente batalhadora. Seu Silvino Fernandes Dias, meu pai, era de origem portuguesa. Dona Helena Fregadolli, minha mãe, de origem italiana. Como tantas outras famílias humildes mas empreendedoras, meus pais saíram de Quatá, onde nasci no oeste paulista, para desbravar o norte do Paraná, lugar famoso pela "terra roxa". Cheguei numa pequena fazenda em Maringá ainda criança nos anos 50 e aprendi com meus pais que a base de tudo na vida é a vergonha na cara - e muito trabalho. 


Jovem contestador, fui estudar História na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Londrina, hoje Universidade Estadual de Londrina. Já com o diploma na mão no final da década de 60, decidi concorrer a uma vaga na Câmara de Vereadores de Londrina. Meu pai, Seu Silvino, não gostou. Para ele, os filhos não deveriam mexer com política. O Brasil vivia um período sombrio com a Ditadura Militar. Idealista, eu achava que a minha missão era provocar os donos do poder e ajudar a construir a democracia. Contados os votos, saí eleito pelo partido de oposição ao regime militar.


Depois fui deputado estadual, deputado federal, senador e governador do estado onde cresci e me tornei homem, o Paraná. Ainda no meio do governo estadual, no começo dos anos 90, eu tinha cerca de 90% de aprovação. Desde aquela primeira eleição para vereador em Londrina muita coisa mudou. Mas o mais importante continua igual. Sempre combati a corrupção e os privilégios. É por isso que agora quero ser presidente. Acho difícil que exista um candidato que defenda mais a Operação Lava-Jato do que eu (se existir, vou ser o primeiro a reconhecer). Não sou alvo de nenhum processo. Abri mão da aposentadoria vitalícia que tinha direito como ex-governador do Paraná. Receber mensalmente o dinheiro seria legal, mas uma imoralidade num país desigual como o nosso.


MUDEI. PARA CONTINUAR SENDO EU MESMO.


Ao longo desses anos, troquei muitas vezes de siglas. Nunca, nunca mudei de lado. Qual lado? O lado certo. O da vergonha na cara. Blá-blá-blá de político? Fui expulso do PSDB quando defendi uma CPI para investigar corrupção durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Ataquei desde o primeiro momento as loucuras dos governos do PT que nos jogaram nesse buraco. Defendi o impeachment de Dilma Rousseff e também de Michel Temer. Ele não tinha sido eleito com ela? Estaríamos hoje muito melhor se aqueles políticos que agora criticam o desgoverno Temer tivessem me ouvido. 


Continuo confiante que dá para mudar o Brasil. Primeiro, é preciso defender a nossa democracia contra soluções aparentemente simples que no fundo são totalmente malucas. No passado, já tentamos melhorar o Brasil com coturnos e butinadas. O final foi totalmente melancólico. Mas não é só isso. É preciso varrer a corrupção de vez da nossa política e começar a reconstruir o país. Não adiante dizer que vai ser tarefa fácil. Não vai. Se fosse coisa simples, qualquer um faria. Vai ser desafiador, claro, mas dá pra fazer. Tenho fé que trabalhando juntos podemos chegar lá. Olhando para trás, acho que aquele jovem recém-formado em história em Londrina nos anos 60, idealista e contestador teria orgulho do candidato a presidente que agora pede o seu voto.

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Mais do que falar sobre os cargos que ocupei, prefiro prestar contas da minha atuação nos últimos anos.

Clique nos links para ver todos os projetos e requerimentos apresentados por mim no Senado.

PLS – Projeto de Lei do Senado

PDS – Projeto de Decreto Legislativo

PEC – Proposta de Emenda à Constituição

Requerimentos

Podemos (PODE) 19

Alvaro Dias - InfoMoney


Corte de Impostos - Revista ISTOÉ


Alvaro Dias - RICTV Record




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